quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Arqueólogos descobrem tumba de 1.700 anos na China

Uma tumba construída há 1.700 anos na cidade de Xian, capital do império chinês durante várias dinastias, foi descoberta por arqueólogos do país nesta semana, informa nesta quarta-feira o jornal oficial "Global Times".
Achada nos arredores da cidade, a tumba poderia pertencer a alguma importante personalidade da época dos Dezesseis Reinos (304-439), que regeram o norte da China durante um período em que o império oriental esteve dividido.
Dentro da tumba foram encontradas 40 peças arqueológicas, a maioria intactas. Os arqueólogos destacam entre elas pequenas figuras representativas da guarda de honra do falecido, decoradas em preto e branco.
Os arqueólogos ressaltam que não há muitas tumbas da época dos Dezesseis Reinos, um período curto e turbulento da história da China. Por isso, este achado poderia ser de grande valor para conhecer mais dados sobre esses anos dos séculos IV e V.
Junto a Xian, fica também o célebre Exército de Terracota do Primeiro Imperador, Qin Shi Huang, que unificou os diversos reinos da China há mais de 2 mil anos e seguiu o costume de se enterrar junto a uma corte fictícia de soldados e serventes, para que lhe acompanhassem em sua vida além da morte.



- Incrível como coisas que fizeram parte do passado terrestre ainda estejam em condições de visualização e análise. Isso é ótimo para que possamos saber um pouco mais da história do mundo.

Filme de terror faz cérebro reviver experiências ruins

As situações de estresse agudo, como assistir a um filme de terror, levam o cérebro a lembrar de experiências ruins e a reorganizar seu modo de funcionamento, afirma um grupo de pesquisadores em artigo na revista "Science" desta semana.
"O estresse agudo altera a forma como nosso cérebro funciona. Esta mudança de estado cerebral pode ser entendida como uma redistribuição estratégica dos recursos que são vitais quando a sobrevivência está em jogo", disse o coordenador do estudo, Erno Hermans, da Universidade de Nova York.
Os cientistas expuseram 80 voluntários a materiais cinematográficos que causavam aversão e outros do gênero para comparar as reações cerebrais e analisar os compostos salivares em cada uma das situações.
Quando o cérebro se altera, os sentidos se aguçam e o medo cria um estado de alerta que fortalece as lembranças das experiências estressantes, além de prejudicar nossa capacidade de análise.
Este tipo de pesquisa já havia sido realizado anteriormente com animais expostos a estresse agudo.
INTERFERÊNCIA
As reações neuroquímicas liberam vários hormônios e neurotransmissores que são capazes de alterar algumas propriedades celulares e de grande escala em regiões cerebrais.
A ativação do eixo HPA (hipotálamo-hipófise-adrenal), que resulta no aumento da liberação sistêmica dos corticosteroides, é o selo distintivo da resposta à tensão. No entanto, a equipe de Hermans concluiu que o bloqueio do cortisol não influenciou na reorganização da rede cerebral.
"Mostramos que a atividade dos neurotransmissores na primeira fase de resposta à tensão provoca uma reorganização de recursos neuronais. Estes estabelecem uma rede que contém áreas envolvidas na reorientação da atenção, no aumento do alerta perceptivo e no controle automático dos hormônios", acrescentou.
Outra das conclusões do estudo é que as situações de estresse agudo tornam difícil pensar lentamente, enquanto se ativam no cérebro as regiões implicadas na atenção e no alerta, assim como no sistema hormonal.



- Essa notícia tem muito a ver com o conteúdo estudado no último trimestre, a função de um neurotransmissor e a capacidade dele. 

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Baleia-piloto ganha prótese para tratar desvio na coluna

Biólogos do parque SeaWorld, na Flórida (EUA), criaram uma prótese ortopédica para cuidar de uma baleia com escoliose.
A curvatura na espinha impede o animal, uma baleia-piloto, de nadar normalmente.

O parque afirma que esta é a primeira vez que uma prótese ortopédica é usada em uma baleia grande.
A baleia, chamada de "300", usa o artefato durante sessões diárias de fisioterapia. A ideia é que a prótese ajude a endireitar sua espinha para que ela possa usar a cauda.
Ainda é cedo para saber se a iniciativa funcionará e se a baleia poderá voltar a nadar normalmente, segundo um dos dirigentes da equipe de resgate animal do SeaWorld Orlando.
A baleia foi uma das mais de 20 que encalharam na costa da Flórida no início de maio.

Apenas duas delas foram consideradas saudáveis o suficiente para retornarem ao mar poucos dias depois.
Em 10 de maio, as cinco sobreviventes estiveram em um centro de recuperação, para receber maiores cuidados, mas três delas não resistiram.
As baleias fêmeas foram apelidadas de "Fredi" e "300", que desenvolveu a escoliose durante o tratamento.
Ambas foram consideradas frágeis demais para serem soltas de volta ao mar.

http://www1.folha.uol.com.br/bbc/1007833-baleia-piloto-ganha-protese-para-tratar-desvio-na-coluna.shtml


- Bom seria se toda a intervenção do homem no espaço, fosse em benefício da natureza como é nesta reportagem.

Chimpanzés sofrem com pesquisas médicas nos EUA

Os cientistas americanos estão entre os poucos que ainda podem usar procedimentos invasivos em pesquisas com chimpanzés. À exceção do Gabão, na África, os EUA são o único lugar do mundo onde macacos podem ser deliberadamente infectados com o vírus de hepatite C, por exemplo, para serem usados em testes de vacinas.

Nos laboratórios da Bioqual, empresa de pesquisa clínica em Rockville, Maryland (EUA), 11 filhotes de chimpanzé são usados como cobaias em estudos médicos. Há cerca de outros mil nas mesmas condições nos EUA, mas a espécie pode estar prestes a obter um direito universal que nenhum outro animal não humano tem: a "alforria" da vida de cobaia.
Três iniciativas em andamento de um projeto de lei no Congresso americano, uma reavaliação no sistema de financiamento federal e um pedido de mudança em decreto ambiental têm potencial para inviabilizar qualquer pesquisa médica invasiva com chimpanzés.
Em Sorocaba (SP), o santuário do GAP (na sigla inglesa,"Projeto Grandes Macacos") é um misto de sanatório, orfanato e jardim da infância. Fundado em 2000 pelo microbiologista e empresário cubano Pedro Ynterian, que o mantém com recursos próprios, o GAP não revela seus custos de manutenção nem permite visitas, para não estressar os animais.



- Testes são necessários para o ser humano com o objetivo de descobrir vacinas para combater doenças. Mas por outro lado, acabam prejudicando animais, que não vieram para o mundo para sofrer ser cobaias dos homens. 

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Desmatamento na Amazônia cai 43% em setembro


O desmatamento na Amazônia caiu 43% em setembro comparado com o mesmo mês do ano passado. Os dados são do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e foram divulgados nesta segunda-feira pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.
Segundo o sistema Deter, que detecta desmatamento em tempo real usando satélites, a devastação na região amazônica em setembro foi de 254 hectares, contra 448 hectares em 2010.
"É o menor [desmate em] setembro da história", disse a ministra, em alusão ao início da série de dados do Deter, em 2004. "Não tivemos um setembro negro, tivemos um setembro verde."
No acumulado de janeiro a setembro, o Deter viu empate técnico em relação ao mesmo período do ano anterior: 1.835 km2 em 2011 contra 1.862 km2 em 2010, uma queda de 1,5%. Mato Grosso e Rondônia foram os únicos Estados que mostraram uma elevação no período -- no caso matogrossense, de expressivos 72%.
A alta reflete a disparada no período de abril a maio, quando a perspectiva de uma anistia induzida pelo debate do Código Florestal na Câmara dos Deputados, aliada a uma lei de zoneamento benevolente em Mato Grosso, animou o setor produtivo a desflorestar.


http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/999434-desmatamento-na-amazonia-cai-43-em-setembro.shtml


- Enfim boas notícias para a natureza. O bom seria se isso continuasse assim.

Estudos mostram que evolução do homem está se acelerando

A medicina e os métodos de higiene salvam milhões de vidas e fazem com que, para humanos, a frase "sobrevivência do mais forte", suposto pilar da seleção natural, pareça coisa do passado. Evolução é coisa do passado para nossa espécie, certo?
Não exatamente, revelam estudos recentes. Segundo seus autores, a evolução humana pode ter até se acelerado a partir de 10 mil atrás, quando as civilizações começaram a surgir e as populações começaram a crescer rapidamente.

NÃO é PROGRESSO
Para entender isso, porém, é bom tirar alguns entulhos conceituais do caminho.
O primeiro deles: evolução não implica em progresso, nem é o mesmo que seleção natural. Qualquer mudança, de uma geração para outra, seja aleatória ou fruto de seleção, indica ocorrência de evolução.
A seleção natural ocorre quando as diferenças individuais em uma característica, como altura, estão relacionadas ao número de descendentes e são herdáveis. (Homens altos têm mais filhos do que os baixos e passam a característica aos descendentes.)
Além disso, é bom riscar a tal "sobrevivência dos mais fortes" do seu caderninho mental. Na verdade, a seleção não premia só a sobrevivência, mas principalmente a reprodução.
Há uma excelente razão para achar que ainda estamos evoluindo, e talvez em ritmo acelerado: mais matéria-prima e mais diversidade de ambientes, diz o antropólogo John Hawks, da Universidade de Wisconsin em Madison.
A matéria-prima é o DNA, onde ocorrem as mutações potencialmente úteis que a seleção natural submete a uma triagem. A matemática é simples: quanto maior a população, maior a chance de que surja alguma mutação no genoma que acabe melhorando as chances de reprodução de seu portador.
Quanto aos ambientes, transformações sociais, econômicas e de habitat foram aceleradas nos últimos 10 mil anos, o que trouxe oportunidade para que certas mutações conferissem vantagens.
ADAPTAÇÃO
Em seu estudo mais famoso, publicado na revista científica "PNAS", Hawks diz ter achado sinais de seleção natural recente em 3.000 genes -10% do genoma humano.
Em muitos casos, são coisas esperadas. As pessoas de hoje são mais capazes de digerir leite (por causa da domesticação de animais leiteiros) e de lidar com açúcar, amido e gordura, nutrientes que os nossos ancestrais raramente encontravam.
Mas há coisas mais misteriosas nesse balaio de genes. "Dos cerca de cem genes clássicos ligados aos neurotransmissores [mensageiros químicos cerebrais], 40% exibem evidências de seleção recente. Muitos estão relacionados a variações de humor. Será que não domesticamos a nós mesmos para que conseguíssemos viver em comunidades altamente densas, coisa que nunca tínhamos feito antes?", diz Robert Moyzis, da Universidade da Califórnia, do grupo de Hawks.
ESTUDOS MÉDICOS
Há também uma série de características físicas com sinais de alterações em poucos séculos ou décadas.
Essa descoberta se tornou possível porque os pesquisadores estão analisando bancos de dados epidemiológicos, recolhidos por médicos e pelo governo, com os métodos da biologia evolutiva.
Ao associar características como altura, idade do primeiro filho que chegou à vida adulta e idade do início da menopausa ao número de descendentes, são observadas tendências evolutivas recentes. É o que mostra uma compilação dessas pesquisas, coordenada por Stephen Stearns, da Universidade Yale (EUA), na revista científica "Nature Reviews Genetics".
A principal alteração destaca por Stearns é a ampliação da janela reprodutiva feminina. Hoje, estão sobrevivendo mais filhos que nascem de mães mais jovens e mais velhas. Isso seleciona mulheres um pouco mais capazes de se reproduzir nesses dois extremos de idade.
Além disso, nunca houve homens tão altos. Isso tem a ver com a melhora da alimentação, mas também com o diferencial reprodutivo trazido por ser um sujeito alto.



- A evolução é cada vez maior e mais rápida, podemos perceber facilmente a evolução dos seres humanos desde o começo, que ainda nossa espécie possuía pelos pelo corpo inteiro, semelhantes a macacos, agora a realidade já é bem diferente.

Bebê golfinho de poucos dias é resgatado no Uruguai

Um bebê golfinho, mais precisamente uma toninha (Pontoporia Blainvillei) fêmea, foi resgatado nesta semana na praia de Piriápolis, a 90 km de Montevidéu, no Uruguai.

O pequeno cetáceo era tão novo, que ainda estava com o cordão umbilical preso ao corpo. O animal está se recuperando de lesões que podem ter sido causadas por uma rede de pesca.
A ONG SOS Rescate Fauna Marina recebeu o animal para tratá-lo. Um dos membros, Richard Tesore foi fotografado em várias cenas alimentando a toninha e brincando na água.
Não é a primeira vez que Tesore é visto cuidando de animais bebês em fotos divulgadas no mundo.
Ele já apareceu em uma outra com um golfinho que foi socorrido em condições parecidas com a da toninha.

http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/992377-bebe-golfinho-de-poucos-dias-e-resgatado-no-uruguai-veja-fotos.shtml

- As redes de pesca são um grande problema no mar, porque além de prejudicar e tirar vidas de muitos animais, as vezes até causa a morte de seres humanos. Deveria ser mais restrito os lugares de pesca.